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quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Procura-se um Pastor


Minha igreja (Igreja Batista Getsemani - Pq Bandeirantes - SBC/SP) vive um momento de sucessão pastoral. No momento, temos o pastor Cleber Baleeiro como interino e com a ajuda dele, buscamos um novo pastor.
Para reflexão, postei um artigo sobre o assunto.
Boa leitura.


Informativo da Comissão de Sucessão Pastoral

Em nossa procura por um Pastor adequado, a seguinte compilação foi feita para seu exame. Dos candidatos investigados pela comissão, apenas um foi encontrado com as qualidades necessárias. A lista contém os nomes dos candidatos e comentários sobre cada um deles, e caso você esteja interessado em investigá-los mais para futuras posições estamos abertos a ouvi-los:

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Deus satisfaz minhas vontades?

Porque o reino de Deus não consiste em palavras, mas em poder. I Cor 4:20

Nessa quarta, no culto de oração, o pastor Cleber Baleeiro usou o versículo acima como tema da pregação. Falou sobre o fato de que muitos falam que seguem a Cristo, mas não seguem realmente. Falam de fé, porém só falam, não vivem uma vida de fé. Muitos tem bons discursos, mas no dia-a-dia não vivem o que professam.
Se não vivemos a fé Cristã que professamos, nossas vidas não tem sentido.
"A vida com Cristo" é um tema que tem me incomodado nos últimos dias.
Eu tenho escrevido e falado nos últimos dias, e minha preocupação é não deixar de viver o que falo, e também não falar o que não vivo.
Essa semana iniciei a leitura de um livro que fala sobre deixar o "EU" de lado e fazer a vontade de Deus. Deixar que Deus nos use segundo Seu propósito para nossas vidas. Incrível como Pedro, André, Tiago e João quando foram chamados por Jesus para serem "pescadores de homens" (Mt 4:18-22), deixaram tudo para trás e seguiram Jesus. Detalhe: a bíblia diz que Tiago e João (dois irmãos) deixaram "imediatamente o barco e seu pai" e seguiram o Cristo.
Isso, verdadeiramente é exemplo de deixar TUDO por Cristo.
Nos dias de hoje, onde até igrejas buscam satisfazer os fiéis, para que os mesmos venham até elas ou não a deixem, difícil imaginar pessoas anulando seu "EU" em prol de uma vida segundo a vontade de Deus.
Paulo em Heb 6:3 diz: "E isto faremos, se Deus o permitir". Em Atos 18:21 ele diz: "...mas querendo Deus, outra vez voltarei a vós." Isso mostra como ele se sujeitava à vontade de Deus. Não tinha interesse em realizar suas próprias vontades.

Não vivamos de palavras, e sim de AÇÕES.
Busquemos uma vida mais próxima do Pai.

"Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim". Gl 2:20

quarta-feira, 31 de março de 2010

Sal da terra

Vós sois o sal da terra; e se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais presta senão para se lançar fora, e ser pisado pelos homens. Mateus 5:13


No culto de oração dessa quarta, o pastor Cleber Baleeiro pregou sobre o versículo acima. Falou sobre a necessidade do sal no nosso organismo e o fato de o sal dar sabor á comida.
Falou sobre a necessidade de estarmos "misturados" com todos nesse mundo, para dar sabor, fazer diferença. Se o sal não faz o papel de salgar, não serve mais.
Achei interessante uma parábola contada pelo pastor, sobre uma vila de pescadores:

A parábola dos pescadores sem peixe
Era uma Associação de Pescadores, que viviam no meio de rios e lagos, cheios de peixes famintos. Eles se reuniam regularmente para discutir sobre o chamado para pescar, a abundância de peixe e a emoção de pegar peixes. Ficavam muito animados com o assunto da pescaria.
Alguém sugeriu que o grupo precisava de uma filosofia de pesca.
Assim, cuidadosamente, definiram e redefiniram a pesca e o propósito da pescaria. Desenvolveram estratégias e táticas. De repente perceberam que haviam começado de trás para frente – haviam se interessado pela pescaria do ponto de vista do pescador, e não do ponto de vista do peixe. Como o peixe vê o mundo? Como vê o pescador? O que e quando o peixe come? Era importante entender essas coisas. Por isso, iniciaram estudos e pesquisas. Participaram de conferências sobre a pescaria. Muitos viajaram a lugares longínquos para estudar diferentes tipos de peixes, com diferentes hábitos. Alguns obtiveram Ph.D. em piscicultura.
Contudo, ninguém havia ido pescar. Formou-se, então, um comitê para enviar pescadores. Havia muito mais lugares propícios para pescar do que pescadores. Por isso, o comitê precisava determinar prioridades. A lista de prioridades foi colocada em quadros de avisos em todos os salões da Associação.
Mas, como antes, ninguém estava pescando ainda. Foi feita uma pesquisa para saber por quê. A maioria não respondeu ao questionário, mas, entre os que responderam, descobriu-se que alguns se sentiam chamados para estudar a pesca, outros para fornecer equipamentos de pesca e outros, ainda, para encorajar os pescadores. E, com tantas reuniões, conferências e seminários, simplesmente não tiveram tempo para pescar.
Jacó era novato na Associação de Pescadores. Depois de uma reunião muito animada, ele foi pescar. Fez algumas tentativas, pegou o jeito e conseguiu pegar um lindo peixe! Na reunião seguinte, ele contou sua história e foi elogiado pelo sucesso. Acabou sendo convidado para falar em todos os núcleos da Associação e contar como havia sido a sua pescaria. Assim, com tantos compromissos e por ter sido eleito para a diretoria da Associação, Jacó nunca mais teve tempo para pescar.
No entanto, não demorou muito e ele começou a se sentir intranqüilo e vazio. Teve saudades da pesca propriamente dita, de sentir o puxão no anzol. Assim, decidiu deixar a diretoria da Associação, bem como os demais compromissos com os núcleos, e convidou um amigo para ir pescar com ele. Os dois foram – sozinhos – e pegaram peixes.
Os membros da Associação de Pescadores eram muitos e os peixes eram abundantes. Mas os pescadores continuavam sendo muito poucos.
(Autor: Desconhecido)